Professores estaduais fazem protesto em frente ao Palácio Piratini e cobram vacinação contra a Covid-19

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Como parte do “Dia de Luta”, os professores e funcionários das escolas da rede pública estadual realizaram nesta terça-feira um protesto na frente do Palácio Piratini. A presidente do Cpers, Helenir Aguiar Schürer, disse que a manifestação da categoria teve o objetivo de cobrar os dias parados da greve do ano passado. “Insistimos que devemos receber porque trabalhamos e houve a recuperação das aulas”, explicou.

Além disso, Helenir Aguiar ressaltou que existe uma defasagem salarial de quase 40% dos vencimentos e não há, segundo a presidente do Cpers, nenhum movimento do governo estadual com relação ao reajuste dos salários dos docentes e dos funcionários de escola.

Viemos também cobrar a aplicação da vacina contra a Covid-19 nos professores porque se as aulas vão começar em março deste ano temos que ser imunizados antes do retorno das atividades”, ressaltou ao explicar que o governo do Estado precisa se organizar antes do início do ano letivo.

Na frente do Piratini, os professores levaram um cartaz com a mensagem “Vacina Já!”. O ato contou com a presença de representantes dos núcleos do Cpers e da direção da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação. Segundo Helenir Aguiar, mesmo com todos os problemas enfrentados durante a pandemia da Covid-19, os professores se desdobraram para oferecer um trabalho de qualidade para os alunos.

“Diante de um ano de tanto sofrimento, pressões e trabalho estafante, não é possível que as direções, que se desdobraram para atender os estudantes diante de todas as dificuldades impostas pela pandemia, sejam penalizadas por não colocarem na frente das escolas os cartazes informando dias e horários dos plantões”, ressaltou.

O “Dia de Luta” contou com a participação de representantes dos 42 núcleos do sindicato e conforme, Helenir Aguiar, marcou o início de mais um ano desafiador para a categoria, que amarga seis anos de reajuste zero e salários corroídos pela inflação. Segundo ela, 2020 foi um ano de retirada de direitos da categoria em função das reformas realizadas pelo governo Eduardo Leite.

Por: Correio do Povo

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